Vamos falar sobre bullying?!

Como Assistente Social e Modelo Plus Size eu não poderia deixar de falar sobre este assunto que hoje em dia é tão discutido no mundo inteiro.
Você sabe o que é bullying? Saiba como identificar se você está sofrendo ou seus filhos sofrem e busque ajuda, isto é um caso de justiça!
Para maiores informações, acesse a página do Conselho Nacional de Justiça: www.cnj.jus.br
Neste site você terá acesso à Cartilha sobre Bullying, mas já adiantando, extraí algumas informações importantes para que você fique ligado (a) e lute contra este mal que tanto afeta nossa sociedade!

1. O QUE É BULLYING? O Bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância, significa dizer que, de forma "natural", os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas.

2. QUAIS SÃO AS FORMAS DE
BULLYING? NORMALMENTE, EXISTEM MAIS MENINOS OU MENINAS QUE COMETEM BULLYING?

As formas de
bullying são:

• Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, "zoar")

• Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima)

• Psicológica e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar)

• Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar)

• Virtual ou
Ciberbullying (bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas: celulares, filmadoras, internet etc.)

Estudos revelam um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas. No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis. Já as meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem, com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente doméstico.

3. EXISTE ALGUMA FORMA DE
BULLYING QUE SEJA MAIS MALÉFICA? O CIBERBULLYING É PIOR DO QUE O BULLYING TRADICIONAL?

Uma das formas mais agressivas de
bullying, que ganha cada vez mais espaços sem fronteiras é o ciberbullying ou bullying virtual. Os ataques ocorrem por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras, máquinas fotográficas, internet e seus recursos (e-mails, sites de relacionamentos, vídeos). Além de a propagação das difamações ser praticamente instantânea o efeito multiplicador do sofrimento das vítimas é imensurável. O ciberbullying extrapola, em muito, os muros das escolas e expõe a vítima ao escárnio público. Os praticantes desse modo de perversidade também se valem do anonimato e, sem nenhum constrangimento, atingem a vítima da forma mais vil possível. Traumas e consequências advindos do bullying virtual são dramáticos.

4. QUAL O CRITÉRIO ADOTADO PELOS AGRESSORES PARA A ESCOLHA DA VÍTIMA? Os bullies (agressores) escolhem os alunos que estão em franca desigualdade de poder, seja por situação socioeconômica, situação de idade, de porte físico ou até porque numericamente estão desfavoráveis. Além disso, as vítimas, de forma geral, já apresentam algo que destoa do grupo (são tímidas, introspectivas, nerds, muito magras; são de credo, raça ou orientação sexual diferente etc.). Este fato por si só já as torna pessoas com baixa autoestima e, portanto, são mais vulneráveis aos ofensores. Não há justificativas plausíveis para a escolha, mas certamente os alvos são aqueles que não conseguem fazer frente às agressões sofridas.

5. QUAIS AS PRINCIPAIS RAZÕES QUE LEVAM OS JOVENS A SEREM OS AGRESSORES?
É muito importante que os responsáveis pelos processos educacionais identifiquem com qual tipo de agressor estão lidando, uma vez que existem motivações diferenciadas:
Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educacionais no contexto familiar
2. Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrea
lização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade.

3. Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação
traumática dos pais, ausência de recursos financeiros, doenças na família etc. A violência praticada por esses jovens é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial.

4. E, por fim, nos deparamos com a minoria dos opressores, porém a mais perversa. Trata-se de crianças ou adolescentes que apresentam a transgressão como base estrutural de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.

*Para denunciar os agressores, deve acionar os pais, os Conselhos Tutelares, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente etc. Caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão. Em situações que envolvam atos infracionais (ou ilícitos) a escola ou aqueles que assistem ao bullying também tem o dever de fazer a ocorrência policial.
Fonte: www.cnj.jus.br

E você? O que acha do bullying? Já praticou ou já sofreu bullying? Compartilhe sua experiência.

Comentários

  1. Parabéns pelo post querida, vou compartilhar
    esse é um assunto que realmente deve ser debatido e combatido
    parabéns


    --

    Ramona Tequila
    mundoramona.blogspot.com
    e
    dirtyramona.blogspot.com

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  2. É isso aí Ramona. MIl bjs
    Marlucia Félix

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  3. Tem tbm o CyberBullyng ja ouviu falar?
    Bjão

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  4. Sim Sharon, está escrito aí no texto. Você leu o texto todo?? Bjs
    Marlucia Félix

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  5. Maravilhoso e muito informativo. São estas as questões que fazem parte do nosso cotidiano a tanto tempo e q ninguém tinha coragem de encarar. Parabéns.
    Shirley Presse
    sbp24_2008@hotmail.com

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